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domingo, 4 de setembro de 2011


Percorri caminhos sem rumo...

sem ter certeza de chegar...
sem ter para onde voltar.
Circulei os desatinos de minha alma
sorvendo lentamente o cálice letal de minhas dores.

Só há perdão quando existe arrependimento.
Só há cura quando existe uma enfermidade.

Negro Anjo de embriagues lasciva,
asas caídas e alma ferida... encontrei-te!
Disse-me: "Segura minha mão e vem!"

Encantei-me com a escuridão do teu olhar
e tornei-me lua na noite dos teus versos.
No reverso de formas inexpressivas,
meu coração - que aparentava estar morto - restituiu-se purificado à vida!

Janaína da Cunha
06/07/2011

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