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terça-feira, 27 de setembro de 2011


Diego Adib
Eu entrego toda minha vida
e como cego não vejo saída,
esbarro em seu mundo,
no fundo, não quero fugir,
quero sempre morar nesta tua ilha,
ficar na forca,
na forquilha,
cair de boca no teu ser,
não perder um só segundo
ir mais rápido do que um carro
para o rumo de seus braços
Em todo cansaço
buscar seus abraços
arrancar-lhe toda energia
recolocar novas pilhas
no mesmo momento em querer levantar,
abaixar novamente sua braguilha,
fazer do dia uma noite com luar,
te amar como poema
sendo minha poesia, minha rima.
Ver que a preguiça
mais nos atiça,
mais nos anima
depois nos faz espreguiçar
e não ver nenhum problema,
pois todos iremos solucionar.
Minha vida entregar;
enxergar o que está no seu olhar,
ter a visão
que faz cegar o coração.

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