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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree. Um simples coração humano. Um impulsivo membro, de comportamento, até meio ultrapassado. Um modelo cheio de defeitos que, certamente, os mais avançados não mais possuem. Uma verdadeira raridade que, mesmo estando fora do mercado, faz questão de não se modernizar, mas vez por outra, constrange o corpo que domina.

Um velho coração que convence seu usuário a publicar seus segredos e, a ter a petulância de se aventurar como poeta.

Ricardo Labatt

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